Grammy 2017: tudo o que você precisa saber sobre a cerimônia

Os favoritos, os maiores vencedores e as grandes atrações da noite do Grammy, o 'Oscar da música'

Ocorre nesse domingo (12), no Staples Center, em Los Angeles, a 59.ª cerimônia de Grammy Awards. Considerada o Oscar da música, a festa continua relevante dentro do mainstream da indústria, reforçando a fama e o talento dos seus vencedores.

 

Para que você se prepare para a grande noite, nós preparamos uma lista com as informações mais importantes da premiação neste ano e em toda a sua história. Para quem vai a sua torcida?

 

Favoritos da noite
A grande disputa da noite ficará entre Beyoncé, com o seu álbum confessional Lemonade, e Adele, com o seguro 25, no prêmio de Melhor Disco do Ano. A primeira, inclusive, lidera o ranking de indicações, concorrendo a nove categorias. Drake, Rihanna, Kanye West (8 menções cada) e Chance the Rapper (7 menções) são outros nomes que merecem a sua atenção.

 

 

Atrações da premiação
Duas apresentações confirmadas prometem gerar repercussão na premiação. A inusitada parceria entre Lady Gaga e Metallica e o lançamento do novo single de Katy Perry, Chained to the Rhythm, que conta com a participação de Skip Marley, neto de Bob Marley. Além deles, também confirmaram presença no palco Adele, Chance the Rapper, Sturgill Simpson, Daft Punk com The Weeknd, Gary Clark Jr., John Legend, Alicia Keys com Maren Morris, A Tribe Called Quest com Anderson .Paak , Carrie Underwood, Keith Urban e Demi Lovatto com Tori Kelly.

 

 

Brasileiros na disputa
Caetano Veloso e Gilberto Gil concorrerão ao prêmio Álbum de World Music por Dois Amigos, um Século de Música: Multishow Live. O disco é uma coletânea dos melhores momentos da turnê que rodou Brasil, Europa e Estados Unidos, relembrando grandes momentos da dupla.

 

 

Quem apresenta
O escolhido para comandar a cerimônia foi o britânico James Corden. Em vídeo de divulgação da cerimônia, o ator e apresentador apareceu cantando a caminho do Staples Center, em Los Angeles.

 

 

Eles não irão
Vários artistas anunciaram boicote ao prêmio nesse ano.Vencedor de quatro prêmios em 2016, Justin Bieber afirmou que o Grammy não se preocupa com jovens artistas e recusou convite, mesmo concorrendo nas categorias Canção do Ano e Disco do Ano. Drake e Kanye West são outros fortes concorrentes que completam a lista dos dissidentes.

 

De onde vem o nome
Grammy nada mais é que a abreviação de “gramophone” (em português, gramofone), o aparelho de som que antecedeu as vitrolas. Criada pelo alemão Emile Berliner, a tecnologia é homenageada no formato das estatuetas entregues aos artistas.

 

Recordistas
O maior vencedor do Grammy na história não é um nome conhecido do grande público. Sir Georg Solti, considerado um dos maiores maestros do século passado, venceu inacreditáveis 31 vezes honrarias em vida. A mulher mais premiada é Alison Krauss, com 27 gramofones, enquanto os irlandeses do U2 são os líderes no ranking entre as bandas: 22 vitórias. O músico e produtor Quincy Jones é o recordista em nomeações, com 79 no currículo.

Venceu, mas se recusou a recebê-lo
Ganhadora do prêmio de Melhor Performance de Música Alternativa em 1991, Sinead O’Connor entrou para a história como primeira – até o momento, única – artista a não aceitar a premiação. Segundo ela na época, o Grammy havia se tornado “comercial demais”.

 

Nunca venceram
A lista é enorme. Entre os principais nomes destacam-se o Queen, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Chuck Berry, Bjork, The Smiths, Guns N’ Roses, Oasis, Public Enemy, The Who, Patti Smith e Bob Marley. Dificíl de acreditar, né?

 

Vencedores inesperados
Por incrível que pareça, Martin Luther King Jr, Barack Obama e Bill Clinton são algumas das personalidades premiadas pelo Grammy. O icônico ativista político venceu o prêmio de Melhor Álbum de Spoken Word (discurso narrado) em 1971 por Why I Oppose the War in Vietnam (Por que me Oponho à Guerra do Vietnã), enquanto Obama recebeu o mesmo prêmio em 2006 (Dreams of My Father) e 2008 (The Audacity of Hope). Clinton, por sua vez, conseguiu a proeza ao narrar o conto infantil Pedro e o Lobo, em 2004.

 

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