Os melhores discos de 2016

O ano foi de perdas para a música - mas também de grandes obras. Relembre os mais álbuns marcantes

Neste ano, perdemos David Bowie, Prince e Sharon Jones. Por outro lado, compensando a tristeza da morte dos ídolos, grandes discos fizeram 2016 valer à pena.

 

Listamos abaixo os álbuns mais marcantes do período. Vale a pena como retrospectiva e também como atualização – afinal, sempre é tempo de descobrir músicas, sejam elas lançamentos ou não. Enriqueça a sua playlist para o que ano que vem vindo e responda à pergunta: o que você acrescentaria na lista?

 

David Bowie – Blackstar

O último suspiro criativo de um gênio. Lançado dois dias antes da sua morte, o camaleão do rock misturou o jazz com pitadas de hip hop em um disco de despedida triunfal e intenso do princípio ao fim. Mais uma grande obra da sua carreira.

 

Iggy Pop – Post Pop Depression

Com produção de Josh Homme, o lendário roqueiro surpreendeu ao lançar um álbum de estúdio repleto de guitarras altas e levemente melancólico, como adianta o título. Aos 69 anos, ele mostra que a melhor maneira de encarar a velhice é despejando vigor em suas músicas.

 

 

Lemonade – Beyoncé

Uma suposta traição de Jay-Z, amplamente divulgada pela imprensa, gerou um disco confessional dos melhores da diva pop. Com participações de gente talentosa, como Kendrick Lamar, James Blake e Jack White, a americana conseguiu criar o seu trabalho de estúdio mais relevante até aqui.

 

 

Drake – Views

Liderando os rankings de venda e de audição nos serviços de streaming por meses, o álbum do rapper canadense repercutiu com hits pegajosos, como One Dance e a pegajosa Hotline Bling. É um dos maiores hitmakers da atualidade.

 

 

Ed Motta – Perpetual Gateways

Esqueça o Ed Motta polêmico das redes sociais. Por trás das confusões, há um artista estudioso e cheio de referências , que passam por jazz, soul, funk, R&B e rock. Ouça só o requinte de Overblown Overweight, um dos singles do disco